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Eu ligo muito para pequenos gestos.

(Fonte: grrog)

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Meu último relacionamento durou bem pouco tempo. Conheci ela no corredor do ônibus, quando o semáforo ficou vermelho. A minha janela deu certinho para a dela. Ela vestia uma camiseta preta do Axl Rose e um chapéu de jazzista, nada de maquiagem. Eu tinha a cara enfiada num romance policial. Eu olhei, ela me viu. Eu desviei, antes da garota se dissuadir também. Voltamos a nos analisar. E sorrimos, inevitavelmente. Ela fez um biquinho doce e teatral com os lábios, sinalizando a vontade de um beijo inocente. Num raro lampejo de maturidade, botei a língua pra fora, girando a pontinha rugosa e pigmentada num movimento pseudo-sexy. Ela riu, baixou levemente o cenho, me achando pateta. Eu me estufei de orgulho por alargar aquele riso. O semáforo abriu e a gente parou de se ver. Ainda entornei o dorso para uma última olhada por cima do ombro. Não ia dar certo mesmo. Estávamos em lugares diferentes da relação, vivendo em direções opostas, a coisa andava rápida demais entre nós, e acho que as amigas dela não gostavam de mim. Mas foi bom e inesquecível, enquanto duraram os trinta segundos.
Gabito Nunes. (via trovejo)

(Fonte: ga-bi-to)

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— Eu te amo tanto… e só quero que você me ame do mesmo jeito que eu te amo.
— Você não precisa de uma namorada. Você precisa de um robô que não diga nada além de “eu te amo”.
O Teorema Katherine.   (via promessasvazias)

(Fonte: allaxg)

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Não era meu dia. Não era minha semana. Não era meu mês. Não era meu ano. Não era a porra da minha vida.
 Charles Bukowski.  (via promessasvazias)